A manutenção corretiva acontece de forma inesperada, exigindo ações rápidas dos operadores e prestadores de serviços. Geralmente, indica a parada imediata de máquinas, sistemas e veículos.
Continue lendo e entenda quais os principais motivos que levam a esse tipo de conserto.
Se você é dono ou trabalha em uma oficina mecânica automotiva, também vai descobrir a importância dos equipamentos na prestação de um serviço de qualidade.
O que é manutenção corretiva?
Em qualquer indústria, a ideia inicial sempre é a de prevenir a manutenção corretiva por um simples motivo: geralmente, ela indica que um veículo ou sistema ficará parado até que o conserto termine.
Esse fato ajuda a entender melhor o que é esse tipo de manutenção, o primeiro modelo criado, quando as tecnologias não permitiam prever falhas mecânicas, elétricas, entre outras.
No setor de automóveis, na maioria das vezes, essa opção acontece devido aos acidentes – com estimativas de R$ 21 bilhões de prejuízo econômico ao país, conforme o Estadão.
Também pode ter causas advindas da má conservação das estradas e infraestrutura, além de falhas nos próprios componentes veiculares.
Imagine um caminhão de entregas ou um carro para viajar com as crianças que para de funcionar repentinamente no meio do seu trajeto, antes de chegar ao destino-final.
Se o problema estiver no motor ou uma pane elétrica, por exemplo, a única saída será a manutenção corretiva, necessária para que o veículo volte a funcionar com segurança e bom desempenho.
Aí é que está o problema: será preciso pensar em soluções rápidas e alternativas, de maneira que as entregas não precisem ser reagendadas e os passeios aconteçam de fato.
Esses são ótimos cenários para entender o conceito de manutenção corretiva: um tipo de conserto, ajuste e troca de peças que precisa ser urgente, ou seja, naquele instante.
Leia também: Como equipamentos Engecass reduzem o tempo de reparo?
Quando ocorre a manutenção corretiva?
Geralmente, a necessidade de uma manutenção corretiva acontece quando veículos “sofrem avarias ou falham repentinamente, necessitando de reparos”, como lembra a Texaco.
A Texaco é uma empresa petrolífera, conhecida pelos óleos lubrificantes e graxas industriais. Ela também traz uma explicação interessante sobre o objetivo dessa ação:
“Fazer um equipamento, máquina, motor, sistema ou veículo voltar a funcionar normalmente, por meio de ajustes e reposições de peças. É o resgate do funcionamento de uma máquina”.
São vários problemas que causam falhas emergenciais no setor automotivo. Veja os mais comuns:
- Problemas na bateria;
- Falhas nos freios;
- Vazamentos e vibrações excessivas;
- Ruídos e aumento de temperatura;
- Panes nos motores e elétricas;
- Balanceamento, amortecedores e molas; etc.
Quanto aos motivos, eles não ficam apenas nos acidentes e más condições das estradas…
Também são representados pela falta de revisões periódicas até o uso incorreto de funções, tais quais: excesso de carga e acelerador.
O que é manutenção corretiva, preventiva e preditiva?
Após essa explicação, fica um pouco mais fácil entender a diferença entre os tipos de manutenções.
- Corretiva: opção que aconteça a partir de uma necessidade urgente;
- Preventiva: serviços que visam evitar futuros problemas;
- Preditiva: traz insights baseados em dados para prever falhas.
Ou seja, a manutenção corretiva foi a primeira a ser criada pela necessidade. Mas, com as tecnologias e equipamentos de detecção de falhas, outros tipos de consertos se tornaram possíveis.
Além disso, vale a pena considerar uma cadeia hierárquica, de modo que as atividades de prevenção são mais aconselháveis por serem mais econômicas e menos arriscadas. No entanto, quando não acontecem corretamente, a manutenção corretiva se torna a única solução.
Quer um exemplo? Veículos a gás precisam de trocas de sistemas, cabos, velas, fluidos, válvulas e filtros regularmente. Se isso não acontece, ele pode parar de funcionar e exige um conserto urgente.
Quais são os tipos de manutenções corretivas?
A manutenção corretiva tem como principal característica o fato de ser emergencial, isto é, deve acontecer rapidamente, possibilitando que o sistema volte a funcionar.
No entanto, há uma subdivisão entre elas, confira:
- Manutenção corretiva não planejada: quando o veículo deixa de funcionar;
- Manutenção corretiva planejada: são urgentes, mas o veículo ainda funciona.
Imagine que ao sair com o carro pela manhã, o seu cliente notou que há uma vibração fora do comum no volante. Então, ele espera até o intervalo do serviço e leva o veículo até você.
É um problema que precisa ser resolvido de imediato, mas houve um planejamento do dono do automóvel, mesmo que por curto período. Essa é a manutenção planejada.
Já a não planejada é mais vista em casos de acidentes ou panes, quando os carros deixam de funcionar e precisam ser guinchados, por exemplo.
Nas oficinas, o futuro passa por todos os tipos de manutenções que existem, das preditivas e preventivas às corretivas. Saiba mais sobre as tendências:
Quais são as características da manutenção corretiva?
Se a manutenção preventiva visa evitar problemas futuros, a corretiva é aquela que acontece quando as falhas já aconteceram. Muitas vezes, indicando a parada dos veículos.
A partir disso, há algumas características comuns:
- Resposta a um problema existente;
- Ocorrência inesperada (sem planejamento);
- O veículo pode ficar parado até o término do conserto;
- Pode haver necessidade de troca de peças e mão de obra especializada;
- Também pode exigir o uso de guinchos e veículos de socorro.
Então, de um motor que não liga aos vazamentos de óleo e falhas nos freios, a manutenção corretiva se faz necessária, sendo um tipo de serviço que deve ser oferecido na sua oficina.
Os equipamentos automotivos na manutenção corretiva
Nem sempre é possível saber os motivos que levam a uma manutenção corretiva automotiva. Por isso, o ideal é que a oficina tenha equipamentos práticos e funcionais para auxiliar nessa descoberta.
Abaixo, confira uma lista das ações que serão fundamentais na sua empresa atuar neste momento que, geralmente, é de urgência e desespero por parte dos clientes.
Acesso ao automóvel
Uma das primeiras ações é acessar o automóvel com facilidade, permitindo análises sem complicações. Para isso, é preciso ter duplicadores de vagas, elevadores e outros equipamentos.
Essa estrutura de qualidade tem outras vantagens, como na segurança do ambiente de trabalho, protegendo os operadores mecânicos de acidentes e lesões.
Diagnóstico do problema
O uso de equipamentos apropriados também vai permitir um diagnóstico mais preciso, agilizando a identificação do problema e garantindo a melhor experiência do cliente.
Um dos melhores exemplos são os elevadores, que permitem posições confortáveis aos trabalhadores e facilitam o acesso aos componentes do veículo.
Reparo eficiente
Independentemente do tipo de manutenção, existe a necessidade de um bom serviço de reparos e troca de peças. Isso é importante na prevenção de novas falhas e panes.
Sendo assim, ter estruturas de qualidade e tecnologias modernas faz todo sentido, de modo que essas atividades sejam executadas com confiabilidade e eficiência.
O que acaba tendo impacto até mesmo na fidelização do cliente e atração de novos consumidores. Afinal, uma pessoa satisfeita vai indicar a sua oficina de maneira espontânea.
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De uma simples troca de óleo do motor até os reparos mais complicados com trocas de peças, é necessário estar equipado com segurança e eficiência para resolver os problemas urgentes.
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